Checklist: sou PJ ou empregado disfarçado?
Marque os itens que descrevem a sua rotina. Quanto mais sinais de subordinação, pessoalidade, habitualidade e onerosidade, mais a relação se aproxima de um vínculo de emprego.
Este checklist é orientativo e não determina direitos — serve para você organizar os sinais da sua relação. A conclusão depende da análise do caso concreto.
Como ler o resultado
Nenhum item isolado decide. O que importa é o conjunto: quanto mais sinais presentes, mais a sua rotina se parece com a de um empregado — o que pode caracterizar pejotização, mesmo você tendo CNPJ (PJ ou MEI). A palavra final depende da realidade dos fatos e da análise individual.
Marcou vários itens? Isso não confirma direitos sozinho — mas é um bom motivo para avaliar a sua relação com calma.
Por que reunir provas importa
Na análise de pejotização, o que decide é a realidade dos fatos, não o rótulo do contrato. Registros do dia a dia ajudam a demonstrar os quatro elementos do vínculo: subordinação, pessoalidade, habitualidade e onerosidade. Veja o passo a passo em como provar pejotização.
Atenção ao prazo
Há prazos de prescrição: em regra, até 2 anos após o fim do contrato, alcançando os 5 anos anteriores (CF, art. 7º, XXIX). Por isso, quem tem dúvida costuma organizar os registros e buscar orientação sem demora.
Perguntas frequentes
Ter CNPJ impede o reconhecimento de vínculo?
Quantos itens preciso marcar para ter direito?
Este checklist prova alguma coisa?
E se eu marcar poucos itens?
Nota — Material informativo e educacional, sem coleta de dados nesta página. Reunir informações ajuda a compreender a situação, mas a existência de direitos depende da análise do caso concreto por profissional habilitado. Última verificação: setembro de 2026.